quinta-feira, março 14, 2013

Write

  Todas as noites ela deitava em sua cama e tentava dormir, descansar apenas um pouco, mas seus pensamentos e memórias não se desligavam, apenas despertavam cada vez mais imagens se passando como um filme. Então ela se levantava, pegava um caderno e uma caneta qualquer e começava a escrever o que guardava durante todos os seus dias... Era assim que ia compondo na solidão suas mais belas e confusas palavras. Das mais melancólicas às piegas. Abrir um caderno vazio era abrir uma vida para desvendá-la, ela sabia que encontraria em uma folha branca a inspiração para narrar uma vida tumultuada.

Flávia Andrade



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