terça-feira, julho 22, 2014

Desculpa se não é assim que se faz um diálogo, se não completo o que seu pensamento inicia e nem acerto a resposta e retórica que você gostaria de ouvir. Desculpa se as coisas andam fora da linha e meio quebradas, desandadas, eu não tenho sido muito sábia nisso de amar.
Cresci acreditando que ter um amor era pular janelas, fugir com sapatos de cristais e se declarar de longe, bem alto, para todos ouvirem. E você vem pela porta, quer me levar para qualquer lugar que a realidade esteja presente e diz bem baixinho que gosta muito de mim. Desculpa se eu acho isso tão triste pra nós e espero mais.
Peço sim, para que seja um pouco mais do que venho sendo, que me leve para qualquer ocasião que eu não tive coragem de ir sozinha, que me faça feliz de maneira diferente dos risos que escapam na sala de estar. Que estar só seja falta sua e estar com você preencha qualquer solidão.

Flávia Andrade

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