terça-feira, agosto 26, 2014

Perdoa a loucura de querer tão fácil um alguém que simplesmente diz coisas bobas. Perdoa o apego imediato por quem sorri sem motivo. Perdoa por me arriscar tanto numa frase mal planejada apenas por medo de não ser o suficiente, por mais que o exagero seja pior. Perdoa o clichê disfarçado de ironia, perdoa os caminhões de desejos que despejo em cada novo alguém. É essa intensidade momentânea que preenche meus dias, traz segurança em meio a tantos medos de nunca amar ninguém.

Flávia Andrade

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